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sábado, 26 de julho de 2014

Peter Green

Peter Greeen

Peter Green


No final de 1966, Peter Green substituiu Eric Clapton no John Mayall’s Bluesbreakers. Mayall disse a seu produtor: “Ele pode não ser melhor [do que Clapton] agora, mas espere... será o maior”. Depois, com o Fleetwood Mac original, foi o guitarrista de blues mais progressivo da Inglaterra, com uma agressividade influenciada pela escola de Chicago e aumentada por aventuras melódicas. Green teve problemas mentais e de saúde, retornando nos anos 90 com melodias mais discretas, mas reconhecíveis.

Peter Green

Peter Greeen

eter Green


No final de 1966, Peter Green substituiu Eric Clapton no John Mayall’s Bluesbreakers. Mayall disse a seu produtor: “Ele pode não ser melhor [do que Clapton] agora, mas espere... será o maior”. Depois, com o Fleetwood Mac original, foi o guitarrista de blues mais progressivo da Inglaterra, com uma agressividade influenciada pela escola de Chicago e aumentada por aventuras melódicas. Green teve problemas mentais e de saúde, retornando nos anos 90 com melodias mais discretas, mas reconhecíveis.

Peter Green

Peter Greeen

eter Green


No final de 1966, Peter Green substituiu Eric Clapton no John Mayall’s Bluesbreakers. Mayall disse a seu produtor: “Ele pode não ser melhor [do que Clapton] agora, mas espere... será o maior”. Depois, com o Fleetwood Mac original, foi o guitarrista de blues mais progressivo da Inglaterra, com uma agressividade influenciada pela escola de Chicago e aumentada por aventuras melódicas. Green teve problemas mentais e de saúde, retornando nos anos 90 com melodias mais discretas, mas reconhecíveis.

Robbie Robertson

Robbie Robertson

Robbie Robertson


Quando Bob Dylan descreveu o “som vivo e selvagem” da The Band, estava na verdade falando sobre a guitarra de Robbie Robertson, exemplificado no solo tórrido e estridente em “Just Like Tom Thumb’s Blues”, da turnê de 1966. Quando a The Band estava gravando os próprios discos, Robertson havia podado essa abordagem, evoluindo para um músico mais cooperativo. “Quis fazer coisas que eram de bom gosto, discretas e sutis, como Curtis Mayfield e Steve Cropper... em que só a música importava”, declarou.

Dickey Betts

Dickey Betts

Dickey Betts


“Sou o guitarrista famoso”, disse o falecido Duane Allman, “mas Dickey é o bom”. Os dois passaram menos de três anos juntos na Allman Brothers Band, mas estabeleceram uma reputação épica – fazendo jams em longos solos e tocando suas famosas guitarras gêmeas. Depois da morte de Allman, em 1971, o grupo continuou com Betts, acertando com “Ramblin’ Man” e “Jessica”. Apesar de suas habilidades no blues e no slide, suas raízes estão mesmo no jazz, se superando nos solos modais.

Robert Fripp

Robert Fripp

Robert Fripp


Desde o primeiro ensaio do King Crimson, em 1969, Robert Fripp foi a voz instrumental diferenciadora, uma mistura única de complexidade distorcida e sustentação magistral. Essa dualidade fica evidente no álbum de rock mais progressivo já feito, o clássico espinhoso do King Crimson, Larks’ Tongues in Aspic, de 1973. Mas talvez a guitarra mais famosa já tocada por Fripp seja o inesquecível ruído de sirene na faixa-título do álbum Heroes, de David Bowie.

Robert Fripp

Robert Fripp

Robert Fripp


Desde o primeiro ensaio do King Crimson, em 1969, Robert Fripp foi a voz instrumental diferenciadora, uma mistura única de complexidade distorcida e sustentação magistral. Essa dualidade fica evidente no álbum de rock mais progressivo já feito, o clássico espinhoso do King Crimson, Larks’ Tongues in Aspic, de 1973. Mas talvez a guitarra mais famosa já tocada por Fripp seja o inesquecível ruído de sirene na faixa-título do álbum Heroes, de David Bowie.

Johnny Winter

Johnny Winter

Johnny Winter


De todos os caucasianos que turbinaram o blues no final dos anos 60, o albino texano Johnny Winter foi o mais branco e o mais rápido. Músicas como sua cover de “Highway 61 Revisited”, de 1969, são amostras impressionantes de seu estilo elétrico e rápido de dedilhado com o polegar. Jimi Hendrix o procurou como coadjuvante e Muddy Waters reconheceu seu talento, tornando-se amigo e colaborador: “Esse cara – tenho de vê-lo de perto”, disse Waters. “Ele toca oito notas enquanto só toco uma!”

Duane Eddy

Duane Eddy

Duane Eddy


Se ainda houvesse dúvida no final dos anos 50 de que a guitarra – não o saxofone – era o instrumento dominante no rock, Duane Eddy acabou com a discussão: ouça “Rebel Rouser”, de 1958, com seu som metálico e pontuada por tremolo. “Chet Atkins usava o vibrato de forma seletiva – Duane Eddy o usava para sujar a música”, diz Dave Davies, do The Kinks. O impacto de hits de Eddy como “Forty Miles of Bad Road” e “Peter Gunn” logo seria ouvido na surf music e em guitarristas como Jeff Beck e George Harrison.

Leslie West

Leslie West

Leslie West


Leslie West (nome verdadeiro: Leslie Weinstein) deixou sua marca pela primeira vez no rock de garagem de meados dos anos 60 com a cover suculenta de “Respect”, de Otis Redding, pelo Vagrants. Em 1969, West fez parte do quarteto Mountain, que ia na linha do Cream. Em músicas como o sucesso de 1970 “Mississippi Queen”, ele tocou linhas endurecidas de blues com facilidade enganadora e um toque de R&B, através de uma tensa floresta negra de distorção de amplificador.

T-Bone Walker

T-Bone Walker

T-Bone Walker


Walker inventou o solo de guitarra como o conhecemos, construindo um novo estilo sobre fraseados fluidos, bends blueseiros e vibrato. O timbre claro e a melodia inventiva de seu single “Mean Old World”, de 1942, deixaram todos boquiabertos, e Walker seguiu refinando sua abordagem em sucessos como “Call It Stormy Monday”. “Vim para este mundo um pouco cedo demais”, afirmou Walker. “Diria que estava uns 30 anos à frente do meu tempo.”

Richard Thompson

Richard Thompson

Richard Thompson


Richard Thompson é um dos estilistas mais impressionantes do rock desde seus dias na Fairport Convention, uma banda britânica de folk-rock que se redirecionou para a música inglesa tradicional. Disparando riffs afirmadores e letras que faziam você querer saltar de uma ponte, ele combinou palhetadas roqueiras a um dedilhado acelerado. Seus solos de guitarra, mais enraizados na música celta do que no blues, são incríveis. Mas seu estilo acústico é igualmente matador.

Joni Mitchell

Joni Mitchell

Joni Mitchell


Joni era uma fantástica instrumentista rítmica e evoluiu muito rápido. Havia dominado a ideia de que podia afinar o violão do jeito que quisesse para assim conseguir outras inversões dos acordes. Eu também fazia isso, mas ela foi além. Entendi sua alegria em usar depois ferramentas sonoras maiores, como bandas de jazz e orquestra. Mas as coisas que Joni realizou que eram mais a cara dela, como em Blue, de 1971, eram o que ela sabia fazer de melhor.

Robbie Krieger

Robbie Krieger

Robbie Krieger


Educado em flamenco e jazz, Robbie Krieger foi além do rock em uma época em que os músicos estavam presos ao blues. No Doors, ele deu o toque improvisador nas jornadas loucas de Jim Morrison, escreveu alguns dos maiores sucessos da banda (“Light My Fire”) e preenchia os espaços na formação de teclado/bateria/ guitarra. “Não ter um baixista me fez tocar mais notas graves”, disse. “Não ter uma guitarra-base também me fez tocar de maneira diferente. Sempre me senti como três músicos simultaneamente.”

Willie Nelson

Willie Nelson

Willie Nelson


Como seu canto conversacional, o estilo de Nelson é enganosamente tranquilo, excêntrico e reconhecível. Ele toca o mesmo violão Martin M-20, apelidado de Trigger, desde 1969; o instrumento definiu seu som, uma mistura elástica e cortante de country, blues e jazz cigano de Django Reinhardt. Embora o violão agora tenha um enorme buraco, Nelson ainda o utiliza todas as noites. “Somos destinados um ao outro e parecidos fisicamente. Estamos bem estragados e maltratados”, brincou.

John Fahey

John Fahey

John Fahey


John Fahey, que morreu em 2001, aos 61 anos, foi o mestre excêntrico do violão folk norte-americano, um dedilhador impressionante que transformou as formas tradicionais do blues com as harmonias avançadas da música clássica moderna, depois minou essa beleza com a sagacidade de um pregador de peças. Nos anos 90, Fahey partiu para um minimalismo espinhoso na guitarra que o tornou um ícone do pós-punk. “Eu ter sido validado por John Fahey”, diz Thurston Moore, “foi realmente especial.”

Mike Campbell

Mike campbell

Mike Campbell


Solista da banda de tom Petty por mais de 40 anos, Mike Campbell nunca congestiona uma música. Ele sabe que duas ou três notas precisas são suficientes. “É desafiador dar seu recado em pouco tempo”, afirmou, “mas prefiro esse desafio a me esticar.” Ouça o gancho esquelético que sustenta “Breakdown” ou o solo lacônico de “You Got Lucky” para escutar o uso engenhoso de espaço negativo por Campbell. “Michael não fica se exibindo”, disse Petty. “O que ele faz é essencial.”

Buddy Holly

Buddy Holly

Buddy Holly


Buddy Holly levou uma geração de futuros heróis – George Harrison, Eric Clapton, Jeff Beck – para a guitarra com um estilo elementar: uma mistura nervosa de country e blues que fundia ritmo e condução; veja o fraseado provocativo de “It’s So Easy”, que ecoa os vocais de grunhidos e soluços de Holly. Tocando sua Stratocaster e liderando um quarteto com duas guitarras, baixo e bateria, ele essencialmente inventou a banda de rock como a conhecemos.

Lou Reed

Lou Reed

Lou Reed


Lou Reed explode os estilos tradicionais da guitarra em pedacinhos desde seus dias no Velvet Underground. Fã do R&B de Ike Turner e do free jazz de Ornette Coleman, ele criou a psicodelia épica de uma viagem de drogas em músicas como “Sister Ray”. “Ele ficava bastante orgulhoso, com razão, de seus solos”, escreveu o mestre nova-iorquino da guitarra Robert Quine, “mas se resignou ao fato de que a maioria das pessoas não estava pronta para isso.”

Nels Cline

Nels Cline

Nels Cline


Um verdadeiro estudioso da guitarra, Nels Cline tocou de tudo, do country rock gótico com o Geraldine Fibbers a uma reelaboração total da obra-prima do improviso de John Coltrane,Interstellar Space. É mais conhecido, claro, como o virtuoso guitarrista do Wilco, lançando espasmos extensos [“Spiders (Kidsmoke)”] ouvoando em jams líricas (“Impossible Germany”). “Nels consegue tocar qualquer coisa”, resume o colega Jeff Tweedy.

Eddie Hazel

Eddie Hazel

Eddie Hazel


Diz a lenda que o solo de 10 minutos de “Maggot Brain”, do Funkadelic, nasceu quando George Clinton disse a Hazel para ele imaginar que sua mãe tinha acabado de morrer – e depois ficasse sabendo que, na verdade, ela estava viva. Hazel, que morreu de insuficiência hepática em 1992, aos 42 anos, trouxe uma mistura emocionante de visão lisérgica e potência de groove para todo o seu trabalho, inspirando seguidores como J Mascis, Mike McCready e Lenny Kravitz.

Joe Perry

Joe Perry

Joe Perry


É difícil conceber um pacote musical melhor para Steven Tyler do que seu parceiro de longa data e adversário ocasional. Há mais de 40 anos, os riffs descomunais de Joe Perry são a pedra fundamental do Aerosmith. E seus solos, sobressaindo-se em “Walk This Way” ou despedaçando com ousadia ao longo da alta produção de sucessos mais recentes como “Janie’s Got a Gun” e “Cryin’”, têm uma energia cafeinada que é a combinação exata para a personalidade de Tyler.