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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Andy Summers

Andy Summers
O Police era uma espécie diferente de power trio, e Andy Summers era a razão principal. Rapidamente se afastando do punk, ele trouxe de volta acordes de jazz e ritmos de reggae. Summers tocava o mínimo possível, deixando bastante espaço para Sting e Stewart Copeland. “Seu tom e estilo eram absolutamente perfeitos – ele deixava espaço em volta de tudo”, disse Alex Lifeson, do Rush. “Summers lida com qualquer coisa, de uma bela balada acústica ao jazz, passando por coisas híbridas”.

J Mascis

J Mascis

Os blocos maciços de ruído adocicado que J Mascis tirava de sua Fender Jazzmaster no Dinosaur Jr. continham de tudo: selvageria do Black Sabbath, soul melódico de Neil Young, sujeira do punk-rock. Em Several Shades of Why, seu disco solo mais recente, Mascis mostrou que pode tocar bonito com um violão também. “Lembro que vi o Dinosaur tocar uma música suave, lamentosa – e depois ela foi detonada pelo solo destruidor que J Mascis fez”, conta Thurston Moore, do Sonic Youth.

James Hetfield

James Hefield

James Hetfield

Houve precedentes para o som ultrapercussivo que James Hetfield tocou no Metallica, mas ele o tornou o padrão máximo do metal dos anos 80. Hetfield, porém, nunca foi um músico de metal monocromático, tocando dedilhados delicados em “Fade to Black” e mais tarde adotando o rock pesado com mais nuances do Álbum Preto. Dave Grohl comentou: “Ele cuida da percussão e da melodia das canções do Metallica com a guitarra, e isso é incrível”.

Carl Perkins

Carl PerKins

Nos primeiros dias dos Bea tles, George Harrison se denominou brevemente de Carl Harrison em homenagem a seu herói do dedilhado rápido. O estilo claro e agudo de Perkins – que o Rei do rockabilly pegou dos bluesmen do Tennessee – definiu os singles que ele lançou na Sun Records (“Blue Suede Shoes”, “Glad All Over”) e influenciou de Eric Clapton a John Fogerty. Tom Petty disse: “Se você pretende tocar rock and roll dos anos 50, ou é Chuck Berry ou é Carl Perkins”.

Bonnie Raitt

Bonnie Raitt

Bonnie Raitt


Bonnie aprendeu com gigantes do blues como Howlin’ Wolf e Mississippi Fred McDowell, que ela conheceu e com quem se apresentou no início da carreira. E foi rápido: começando com seu exercício acústico com slide em “Walking Blues”, de 1971, ela revelou um repertório temível de licks de blues, dedilhando com os melhores e brandindo um slide como um velho mestre. Quando a guitarra ainda era considerada “uma brincadeira de homens”, Bonnie derrubou essa barreira com personalidade e habilidade.

Tom Verlaine

Tom Verlaine

Tom Verlaine


O líder do Television absorveu o sabor de seus discos preferidos de John Coltrane, Rolling Stones e Grateful Dead – e depois os sintetizou em algo completamente novo no álbum de estreia da banda, Marquee Moon, de 1977, desfilando solos fluidos infinitos junto com o companheiro da guitarra Richard Lloyd. Verlaine manteve a discrição nas últimas décadas, mas continua sendo um modelo para gerações de guitarristas que gostam de violência punk tanto quanto de voos mais melódicos.

Dave Davies

Dave Davies

Dave Davies


Dá para rastrear todas as músicas barulhentas e cheias de riffs até Dave Davies, do Kinks, começando com os acordes fantasticamente simples de “You Really Got Me”, que ele gravou aos 17 anos – disparando uma sequência desingles metaleiros, de “All Day and All of the Night” a “Till the End of the Day”. Davies, que criou a distorção em “You Really Got Me” ao cortar o alto-falante de um amplificador com uma lâmina, até hoje ri das alegações de que aquela guitarra foi tocada, na verdade, por Jimmy Page.

Dimebag Darrell

Dimebag Darrell

Dimebag Darrell


Uma das principais figuras do metal moderno, Dimebag Darrell fundou o Pantera com o irmão, o baterista Vinnie Paul Abbott – formando um estilo que combinava grooves brutalmente precisos com toque punk e caminhos melódicos carregados de nuances. Depois de ser assassinado por um fã desequilibrado durante um show com sua banda, Damageplan, em 2004, os tributos vieram de fãs, colegas e antecessores. “Um dos melhores músicos a embelezar nosso mundo”, disse Geezer Butler, do Black Sabbath.

Paul Simon

Paul Simon

Paul Simon


Paul Simon, o artesão das palavras, fala tão vividamente através da guitarra quanto em suas letras. Depois de crescer ouvindo doo-wop e rock, Simon se envolveu com o folk nos anos 60, viajando à Inglaterra para estudar a maestria acústica de Bert Jansch. Ele até hoje absorve novas influências, como em “Dazzling Blue”, de seu recente CD, So Beautiful or So What: “O dedilhado folk é o do tempo de Simon and Garfunkel”, ele admite, “mas [aqui] ele está no topo desse ritmo com músicos indianos tocando em compasso 12/8”.

Peter Buck

Peter Buck

Peter Buck


O guitarrista do R.E.M. foi mais ou menos um mestre que nunca precisou muito mais do que melodias criativas e riffs brilhantes. Dos arpejos guiados por laser em “Radio Free Europe” aos acordes potentes de “The One I Love”, seu som era lindo e diretamente agressivo – um estilo faça-você-mesmo que ajudou os roqueiros underground dos anos 80 a ir além do punk rock. “Os Estados Unidos foram inundados por bandas com guitarras ressoantes do tipo R.E.M.”, observou Billy Corgan.

Roger McGuinn

Roger McGuinn

Roger McGuinn


Os riffs brilhantes com acordes da Rickenbacker de 12 cordas de Roger McGuinn, nos primeiros sucessos do Byrds, foram a ponte sônica entre folk e rock – e uma cor insubstituível na paleta do rock: toda banda indie mais interessada em dedilhados celestiais do que em solos gritantes tem uma dívida com ele. No entanto, McGuinn podia fazer muito mais do que soar, como demonstrado por seus impressionantes licks psicodélicos-raga-Coltrane em “Eight Miles High”.

Bruce Springsteen

Bruce Springsteen

Bruce Springsteen


Bruce Springsteen sempre teve uma arma não tão secreta na manga: “Fui contratado no pacote de novos [Bob] Dylan”, ele contou à Rolling Stone, “mas eu podia me virar, ligar minha Telecaster e queimar a casa”. Springsteen não trouxe nenhuma inovação técnica à guitarra, mas poucos músicos são melhores em extrair emoção de aço e madeira: preste atenção ao incansável solo de “Born to Run”, à mordida de cão de ferro-velho de “Adam Raised a Cain” e ao gemido melancólico de “Tougher Than the Rest”.

Steve Jones

Steve Jones

Steve Jones


A atitude do Sex Pistols, os acordes potentes e brutos de Steve Jones e os solos extravagantes de glam de sarjeta eram o espelho perfeito para a bile assustadora de Johnny Rotten – e um guia para cada fazedor de barulho que surgiu depois. Seu legado foi definido em Never Mind the Bollocks, Here’s The Sex Pistols, de 1977 e seus riffs inesquecíveis inspiraram de Slash a Billie Joe Armstrong. Era tanto uma atitude quanto um som. Jones disse: “Na verdade, não gostamos de música. Gostamos de caos”.

Alex Lifeson

Alex Lifeson

Alex Lifeson


Mesmo se nunca tivesse progredido além dos riffs espantosos de “2112” e “Xanadu”, o guitarrista do Rush já teria deixado sua marca no Metallica e em outros grupos. Lifeson continuou preenchendo o som de power trio do Rush com uma mistura uniforme de arpejos luxuosos e barulho roqueiro que soava como pelo menos dois músicos de uma só vez. Mas Alex Lifeson reserva seu estilo mais ousado para os solos – tente entender a maluquice extraterrestre de “Freewill”.

Thurston Moore

Thurston Moore

Thurston Moore

Nos anos 80, o líder do Sonic Youth surgiu como o grande radical da guitarra do rock indie, misturando afinações estranhas, enfiando chaves de fenda ou baquetas sob as cordas e lançando jams punk cheias de feedback. Thurston Moore influenciou uma geração de amantes de ruído, de roqueiros grunge à turma shoegazer. O som de Moore sempre foi tão impressionante que Neil Young uma vez declarou que se o Sonic Youth um dia quisesse gravar com ele, era só falar.

Lindsey Buckingham

Lindsey Buckingham
Lindsey Buckingham

Durante a era de sucessos do Fleetwood Mac, Lindsey Buckingham transmutou a música folk de sua juventude tocando banjo para o rock de estádio: solos harmonizados cintilantes, acordes estalados que exalavam novidade e quebras com arpejos frenéticos. “A minha técnica não é clássica nem aceitável”, ele disse. “Mas você faz o que pode para conseguir o som que quer.”

John Entwistle

John Entwistle
 John Entwistle
Grupo: The Who
Período de Atividade: 1962-2002
Gênero: Rock




Flea

Flea
Flea
Grupo: Red Hot Chili Peppers
Péríodo de Atividade: 1983 até o presente
Gênero: Rock













Paul McCartney

Paul McCartney
Paul McCartney
Grupo: The Beatles, Wings
Período de Atividade: 1957 até o presente
Gênero: Rock







Geddy Lee

Geddy Lee
Geddy Lee
Grupo: Rush
Período de Atividade: 1968 até o presente
Gênero: Rock Progressivo





Les Claypool

Les Claypool
Les Claypool
Grupo: Primus
Período de Atividade: 1979 até o presente
Gênero: Rock, Funk





John Paul Jones

John Paul Jones
John Paul Jones
Grupo: Led Zeppelin, mas já tocou com Foo Fighters e integrou o Them Crooked Vultures
Período de Atividade: 1960 até o presente
Gênero: Rock

Jaco Pastorius

Jaco Pastorius
Jaco Pastorius
Grupo: solo, mas já tocou com Herbie Hancock, Joni Mitchell, entre outros
Período de Atividade: 1964-1987
Gênero: Jazz, Fusion


Jack Bruce

JacK Bruce
Jack Bruce
Grupo: Cream, The Bluesbreakers e muitos outros, inclusive solo
Período de Atividade: 1962 até o presente
Gênero: Blues, Rock

Cliff Burton

Cliff Burton
Cliff Burton
Grupo: Metallica
Período de Atividade: 1979-1986
Gênero: Metal

Victor Wooten

 Victor Wooten
Victor Wooten
Grupo: Bela Flack and The Flecktones, Bass Extremes e Vital Tech Tones
Período de Atividade: desde 1980, até o presente
Gênero: Jazz e Fusion

Jon Lord

Jon Lord
Jon Lord - Deep Purple, Whitesnake
Ah, meu tecladista preferido fazia duelos de solos com Ritchie Blackmore. Organizou o famoso disco"Concerto For Group And Orchestra", uma das primeiras tentativas de se unir a música clássica com o rock. Suas performances ao vivo são imbatíveis: nem mesmo Rick Wakeman o superava, na minha modesta opinião. Vejam seu talento em diversos clássicos do Deep Purple, como "Speed King" (duelo incrível com Blackmore), "Child In Time",  "Highway Star" (um dos solos mais incríveis - outro grande duelo), e "Perfect Strangers" (esta introdução chega a me dar arrepios quando escuto, incrível!). A medalha de ouro não podia ir para outro senão Jon Lord, o lorde inglês dos teclados. Lamentavelmente ele não está mais na ativa com oDeep Purple, e ainda está lutando contra um câncer. Vamos torcer que ele derrote esta doença e nos presenteie com mais anos de seu talento. Longa vida ao mestre!!


RICK WAKEMAN


Rick Wakeman
Rick Wakeman - Yes


A carreira deste tecladista é fantástica. Ele entrou para uma das maiores e melhores bandas de rock progressivo da história, o Yes, e com o sucesso e o reconhecimento ganhos em suas performances com a banda, iniciou uma carreira solo única - talvez a mais consistente dos escolhidos aqui. Ele participou dos principais discos da banda, os mais clássicos. Confira todo o talento dele por exemplo em "Cans And Brahms", adaptação de obras clássicas, ou em "Siberian Khatru". Mas seus discos solo são uma história a parte - confira, por exemplo, o fantástico álbum conceitual "Journey To The Centre Of The Earth" e você entenderá. De quebra, ainda participou de um álbum clássico do Black Sabbath - "Volume 4". Medalha de prata para Wakeman, que além de tocar bem ainda ensinou seus filhos a tocar - e eles estão por aí, seja substituindo-o no Yes ou tocando para Ozzy!

RICHARD WRIGHT

Richard Wright
Richard Wright - Pink Floyd
A medalha de bronze vai para este grande tecladista de uma das mais fantásticas bandas da história do rock. O Pink Floyd se desenvolveu com diferentes líderes durante sua existência (primeiro Syd Barrett, depoisRoger Waters e finalmente David Gilmour), mas em todas elas Rick estava lá, com seu som suave, experimental em alguns momentos, clássico em outros, sempre fundamental na sonoridade da banda. Veja o talento de Wright em "Echoes""Shine On You Crazy Diamond", e principalmente em "Us And Them", uma composição sua e de Waters, onde ele ajuda nos vocais de Gilmour. Perdemos este grande tecladista para o maldito câncer no ano de 2008. Sua falta é muito sentida!!


KEITH EMERSON

Keith emerson
Keith Emerson - Emerson, Lake & Palmer
Falamos em performances explosivas e provocantes de Jim Morrison do The Doors, e estes adjetivos tem tudo a ver com nosso quarto lugar. Keith Emerson fez parte de um dos trios mais virtuosos da história do rock, o Emerson, Lake & Palmer. Sua técnica é impressionante, e as performances no palco são um show à parte. Aquele som imponente da banda tem muita contribuição de nosso quarto lugar - experimentem "The Three Fates""Tarkus""Fanfare For The Common Man""Jerusalem". Com 67 anos, ele segue firme e forte no rock and roll. Longa vida a ele também!!!

Tony Banks

Tony Banks
Tony Banks - Genesis
Membro do Genesis durante toda a existência da banda, grande compositor e letrista, Tony é um pioneiro dos teclados e um dos responsáveis por todo aquele clima das músicas da banda. Experimente a introdução de "Watcher Of The Skies""Firth Of Fifth" e muitas outras. Ele ainda tocava passagens acústicas de diversas canções. Um músico de primeira que não teve uma carreira de sucesso como outros membros doGenesis (Phil Collins e Peter Gabriel são os mais conhecidos) mas seu talento é inegável. Longa vida a este grande tecladista!

Don Airey

Don Airey
Don Airey - Deep Purple, Rainbow, MSG, Whitesnake, Black Sabbath
Este tecladista é outro muito rodado no mundo do rock. Enquanto os outros dois já citados nesta lista percorreram bandas clássicas de rock, Airey percorreu os monstros do hard rock e heavy metal. Começou participando das gravações do disco "Never Say Die", do Black Sabbath. Logo a seguir, entrou no Rainbow, gravando dois álbuns de sucesso - "Down To Earth" e "Difficult To Cure". Gravou também com Ozzy Osbourne (gravando os discos clássicos da fase Randy Rhoads - sim, é ele quem gravou aquela intro de"Mr. Crowley") e Gary Moore. Participou de discos do Jethro TullWhitesnake e Bruce Dickinson. Nos anos 2000, foi recompensado por anos de serviços e foi promovido a tecladista do Deep Purple, depois da aposentadoria de Jon Lord. Sexto lugar com honras!


Ray Manzarek

Ray Manzarek
BIOGRAFIA
Ray Manzarek - The Doors
Quando se fala em The Doors, todos logo lembram das performances provocantes e explosivas do seufrontman Jim Morrison. Muita gente esquece que a sonoridade da banda reside no teclado de Ray Manzarek (e o som do baixo também), o mais técnico de seus integrantes. Quem não reconhece o teclado de "Light My Fire"? Só por esta canção, ele já merece sua posição. Mais reconhecimento para este grande tecladista, de fundamental importância para o rock and roll!!


Billy Preston


Billy Preston
BIOGRAFIA
Billy Preston - Beatles, Rolling Stones, Eric Clapton
Pra quem não conhece Billy Preston, basta saber do fato de que John Lennon chegou a cogitá-lo como o quinto Beatle. Sim, Preston gravou nos últimos discos dos Beatles, chegando a ser reconhecido nos créditos. Tocou com diversos outros artistas de peso, destacando os Rolling Stones e Eric Clapton. Também teve uma carreira solo intensa e com alguns sucessos. Nos seus últimos anos de vida, enquanto lutava contra problemas nos rins (chegou a receber um transplante), ainda encontrou forças pra gravar discos com Clapton e participar também do disco "Stadium Arcadium", dos Red Hot Chili Peppers, na canção "Warlocks". Faleceu em junho de 2006, de complicações renais. Um grande músico que faz falta!!



Chuck Leavell


Chuck Leavell
Chuck Leavell


 Chuck Leavell - The Allman Brothers Band, Eric Clapton, Rolling Stones
Este tecladista tem muita bagagem no mundo do rock. Ele acompanhou diversas feras, como os Rolling StonesEric Clapton e os Black Crowes, além de ter sido membro dos Allman Brothers. Só isto já bastava para ele estar aqui. Ele ainda gravou diversos álbuns com sua banda Sea Level, um grupo que tem história parecida com a do Gov't Mule - ambos foram formados por ex-integrantes do Allman Brothers. Por tudo isso, Chuck abocanha o nono lugar!


JORDAN RUDESS

Jordan RudesBIOGRAFIA
Jordan Rudess (4 de Novembro de 1956) é um tecladista dos Estados Unidos. Tocou com o Dixie Dregs, e desde 1999 toca com o Dream Theater. Um dos maiores mestres do órgão do metal progressivo, editou ao longo dos anos de 1980 e 1990 diversos álbuns solo com diversas técnicas de orgão, tendo inclusive acompanhado David Bowienuma das suas turnês dos anos 1990. 
Durante sua permanência com o Dixie Dregs, Jordan formou um "power duo" com o baterista Rod Morgenstein. A gênese deste dueto ocorreu durante uma queda de energia elétrica durante um show, onde todos os instrumentos deixaram de funcionar, exceto o teclado de Jordan. Ele e Rod começaram a improvisar até que a energia elétrica voltasse, e o resultado foi tão satisfatório que eles resolveram tocar juntos regularmente, sob o nome de "RMP" (Rudess Morgenstein Project), e chegaram a gravar um álbum de estúdio e outro ao vivo. 

Desde 1999 pertence ao Dream Theater. Jordan tem também lançado diversos DVDs de instrução e aprendizagem de teclado e tal como outros membros dos Dream Theater tem participado em projetos paralelos, tal como Neal Morse, com o baterista Mike Portnoy. Aos seus nove anos de idade, Jordan entrou na prestigiosa Juiliard School of Music para treinamento de piano clássico, e aos 19 saiu da mesma formado como pianista. Logo após entrou no mundo dos teclados e sintetizadores, e até hoje, é, sem dúvida, um ícone de referência para todos os tecladistas de todo o mundo. Atualmente, Jordan Rudess utiliza equipamentos de primeira qualidade em termos de teclados e sintetizadores. Por Exemplo, ele usa um Teclado Workstation KORG Oasys, um HAKEN Continuum Fingerboard, um KEYTAR Zen Riffer, um KORG Radias, um ALLEN&HEATH Mix Wizard 16 Channels e uma Lap Steel Guitar. 

Até hoje, Jordan é colaborador da Kurzweil Music Systems, Endorser da KORG (todos os teclados) e também da ROLAND (apenas alguns teclados).